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Lição 09: A Suficiência de Cristo em meio às Dificuldade  

OBJETIVOS DA LIÇÃO

Ensinar a realidade dos momentos difíceis.

Destacar a percepção de Paulo ante as adversidades.

Mostrar que Cristo é suficiente em nossas vidas.

TEXTO ÁUREO

“Posso todas as coisas naquele que me fortalece.” Filipenses 4.13

VERDADE APLICADA

Em Cristo somos fortalecidos e capacitados a vencer as adversidades do tempo presente.

TEXTOS DE REFERÊNCIA

FILIPENSES 4

10. Ora, muito me regozijei no Senhor por finalmente reviver a vossa lembrança de mim; pois já vos tínheis lembrado, mas não tínheis tido oportunidade.

11. Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho.

12. Sei estar abatido e sei também ter abundância; em toda a maneira e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura como a ter fome; tanto a ter abundância como a padecer necessidade.

13. Posso todas as coisas naquele que me fortalece.

LEITURAS COMPLEMENTARES

SEGUNDA / Jó 1.8 O justo padece por ser justo.

TERÇA / Ec 3.1-8 A vida é feita de diversos momentos.

QUARTA / 2Co 4.17 As adversidades são passageiras.

QUINTA / Fp 2.18 Somos convocados a nos alegrar no Senhor.

SEXTA / Fp 4.11 Cristo é suficiente para nossa vida.

SÁBADO / Fp 4.19 Deus supre as nossas necessidades.

HINOS SUGERIDOS 139, 299, 577

MOTIVOS DE ORAÇÃO

Ore para que Deus fortaleça os que passam aflições.

ESBOÇO DA LIÇÃO

Introdução

1. A realidade dos momentos difíceis

2. Paulo e a igreja em Filipos

3. A suficiência de Cristo

Conclusão

INTRODUÇÃO

É diante das adversidades que o verdadeiro cristão tem um entendimento mais amplo sobre o que é essencial e indispensável para sua vida, bem como uma excelente oportunidade de testemunho para edificar outros.

PONTO DE PARTIDA

Enquanto vivermos neste mundo, passaremos adversidades.

1. A Realidade dos Momentos Difíceis

Enquanto estivermos nesse mundo caído, as adversidades farão parte da vida do crente fiel, contudo, elas não servem para nos parar, e, sim, para que o plano de Deus seja manifesto.

1.1. Resultado da realidade do pecado. A Bíblia nos relata a entrada do pecado na história humana [Gn 3.16-19]. As consequências do pecado na criação trouxeram um mal sem precedentes. Todo sofrimento que advém sobre a humanidade tem sua causa primordial no pecado de Adão. Sofremos diretamente os resultados do pecado na história desde os primórdios. Assim, não é possível negar a realidade do pecado, pois tanto o injusto quanto o justo sofrem pelas consequências do pecado em sua esfera mais existencial, a finitude do ser como salário do pecado [Rm 6.23]. Milard Erickson afirma que “existe uma dificuldade hoje em falar sobre pecado, pois é um assunto desagradável”.

Subsídio do Professor: O ser humano padece por provações e dificuldades por causa do pecado original. A natureza humana é pecadora, tanto por natureza e também por prática, portanto, a humanidade está debaixo do juízo de Deus [Rm 3.23]. Apesar de Jesus ter comprado Sua Igreja e a purificado em Seu sangue, nós vivemos a dialética da santidade [Ef 5.27], e, também, às vezes pecamos [1Jo 1.8]. A humanidade precisa ser transformada plenamente para ser livre do pecado [1Co 15.53]. Enquanto Jesus não voltar, nós passaremos por provações e adversidades até a manifestação dos filhos de Deus [Rm 8.19], por isso devemos almejar a volta do Senhor e dizer: Maranata [Ap 22.17, 20].

1.2. Há dias de calamidades e aflições. Desde os tempos antigos o ser humano se pergunta: por que o justo sofre? O livro de Jó é a resposta do Antigo Testamento para essa pergunta. No livro de Jó Deus apresenta os motivos para o sofrimento do patriarca: “Observaste tu a meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem sincero, e reto, e temente a Deus, e desviando-se do mal.” [Jó 1.8]. Ele padece porque é justo! O salmista também questiona a Deus acerca da causa da prosperidade do ímpio e do padecimento do justo [Sl 73]. Por fim, vemos no ministério dos apóstolos e principalmente no ministério de Jesus, as adversidades como marca da aprovação de Deus em sua vida, pois Ele é o socorro bem presente na hora da angústia [Sl 46.1].

Subsídio do Professor: O questionamento sobre o sofrimento é muito antigo. No Antigo Testamento, podemos observar que Deus estabeleceu as bênçãos para todos aqueles que obedecem à Sua Palavra, e maldição para aqueles que descumprirem Suas exigências [Dt 11.29]. No entanto, essa proposição parece muito binária. E quando o justo padece? É por conta desse questionamento que o livro de Jó se encontra no cânon veterotestamentário. O justo também padece, sendo até mesmo justificado por Deus [Jó 1.8]. Nem sempre sofremos por causa do pecado individual, mas sofremos por causa da consequência do pecado original. Mas, quanto ao sofrimento, Deus tem uma palavra para nós: “E Deus limpará de seus olhos toda lágrima, e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas.” [Ap 21.4].

1.3. Momentos difíceis são leves e momentâneos. Apesar do tema da aflição e das provações ficar em aberto no âmbito do Antigo Testamento, o Novo Testamento nos revela o propósito e sentido das provações na vida do justo. O apóstolo Paulo afirma que as nossas provações são leves e passageiras [2Co 4.17]. Enquanto que no Antigo Testamento ainda estava se construindo uma teologia do porvir, Jesus nos apresenta uma nova realidade, a realidade da vida eterna e da vitória sobre a morte em Sua ressurreição. Com isso, entendemos o ideal da vida veterotestamentária, como prosperidade material, longevidade e descendência multiplicada, no entanto, o ideal neotestamentário vai além dessa realidade, pois a nossa esperança não está nas coisas passageiras desta vida, mas sim, na esperança da ressurreição em Cristo [2Co 4.18].

Subsídio do Professor: A vitória sobre a morte é anunciada nas Escrituras aos que estão em Cristo Jesus [1Co 15.54-56]. Somente na ressurreição de Jesus o crente pode ter esta esperança. No Antigo Testamento, as bênçãos se resumiam a esta vida, pois a morte ainda não tinha sido vencida por Jesus, consequentemente, as bênçãos veterotestamentárias se resumiam a esta vida (prosperidade, saúde, longevidade e descendência). Até mesmo o contexto de salvação no Antigo Testamento faz referência a esta vida. Outrossim, no Novo Testamento, Jesus apresenta uma realidade muito mais abrangente de bênçãos e de plenitude. Muitas das pregações triunfalistas se atêm somente ao contexto do Antigo Testamento, não levando em consideração a esperança revelada em Cristo. O Novo Testamento apresenta grandes bênçãos que podemos desfrutar como: fazer parte da família de Deus [Ef 2.19], a comunhão com o Senhor [1Co 1.9] e a promessa da vida eterna [1Jo 1.2].

EU ENSINEI QUE:

As adversidades farão parte da vida do cristão, cabe a cada um de nós perceber o seu propósito.

2. Paulo e a Igreja em Filipos

A comunidade de Filipos foi uma das igrejas levantadas pelo apóstolo Paulo que mais lhe ajudou e se aproximou dele.

2.1. Um início com variedades e contrastes. Segundo Raymond Brown, a evangelização de Filipos é caracterizada por quatro cenas: 1) a conversão de Lídia [At 16.13-15]; 2) a expulsão do demônio de adivinhação [At 16.16-18]; a libertação milagrosa da prisão [At 16.19-34]; e vindicação junto às autoridades [At 16-35-40]. Em Eclesiastes 3.1-8, o pregador nos revela que em nossa vida haverá tempo para todas as coisas. Assim como as estações do ano, a vida do ser humano é caracterizada por momentos bons e momentos de dificuldades. Somos nós que qualificamos as experiências da vida, somos nós que transformamos momentos de dificuldade em aprendizado, ou em momentos de murmuração e desespero. No entanto, a Bíblia aponta para uma realidade além da visualizada pelos nossos olhos carnais, a realidade espiritual das coisas, por isso, devemos renovar a nossa mente diariamente [Ef 4.17-23].

Subsídio do Professor: Paulo faz referência ao homem interior [Rm 7.22; 2Co 4.16; Ef 3.16]. O homem interior não é a alma (do grego, psiquê), ou seu espírito (do grego, pneuma), mas, sim, sua mente (do grego, nous). Segundo o Dicionário de Strong, “a mente é responsável pela faculdade de perceber e entender, ela julga os fatos e os percebe a partir de um ponto de vista”. Portanto, cabe a cada um de nós olhar a realidade de nossas vidas a partir de uma mente transformada, a mente de Cristo [1Co 2.16].

2.2. Contexto da carta aos Filipenses. A carta aos Filipenses é considerada pelos estudiosos como uma das cartas da prisão. Robert H. Gundry afirma que “as seguintes epístolas de Paulo, Efésios, Filipenses, Colossenses e Filemom, são denominadas de cartas do cativeiro, pois o apóstolo estava preso quando as escreveu. Há dois períodos conhecidos de aprisionamento de Paulo, um em Cesareia [At 23-26], e outro em Roma, quando esperava para ser julgado [At 28]”. Em Filipenses 1.7, 12-17, Paulo interpreta os eventos acontecidos a ele, como sua prisão, como algo positivo. Ele percebe um propósito maior na sua aflição: a propagação do Evangelho.

Muitas vezes não sabemos por que estamos passando por determinadas adversidades, tais como uma enfermidade, problemas financeiros ou o desemprego, mas, certamente, Deus tem um propósito para todas as coisas. Às vezes, somos acometidos por aflições em prol do Evangelho, para que a vontade de Deus se cumpra e mais pessoas venham ao conhecimento do Filho de Deus.

Subsídio do Professor: Um bom exemplo de como Deus utiliza situações adversas para o Seu propósito está na prisão de Paulo e Silas em Filipos [At 16.22-23]. Estando Paulo e Silas presos, um terremoto abalou o alicerce de tal forma que as prisões foram abertas [At 16.26]. E, por um momento de insanidade, o carcereiro puxou a espada para se suicidar. Paulo e Silas intervieram, apresentando a salvação em Cristo, tanto para ele, quanto para sua família [At 16.31]. Os apóstolos foram açoitados e presos injustamente, mas tudo aconteceu porque existia um propósito maior: a salvação daquela família. Não entendemos muitas vezes o sofrimento e a adversidade, mas certamente Deus tem um propósito maior para todas as coisas [Rm 8.28].

2.3. Regozijo no Senhor. É até estranho para a nossa realidade entender como o apóstolo conclama aquele povo para se alegrar, se ele mesmo estava preso e esperando seu julgamento [Fp 2.18]. A dificuldade de entender a alegria de Paulo no sofrimento em nome de Cristo nos mostra como estamos distantes do ideal desejado da compreensão da mensagem do Evangelho. Certamente que ninguém deseja padecer e nem sofrer a custo de nada, mas o que chama a atenção é que o apóstolo conseguia entender que aquele sofrimento servia para um propósito muito maior que ele mesmo. Em uma sociedade onde só se pensa em si mesmo, em prosperidade financeira, triunfalista, a mensagem do Evangelho é um escândalo [1Co 1.23].

Subsídio do Professor: Como alguém pode convidar outro a se alegrar, quando este se encontra preso, passando por dificuldades financeiras, doente, quando perde um ente querido, quando passa por perseguições, quando é injustiçado? Jesus, ao declarar as bem-aventuranças (“makarios”, feliz), faz essa comparação, de que todos aqueles que são pobres de espírito, os que choram, os mansos, os que tem fome e sede de justiça, os misericordiosos, os limpos de coração, os pacificadores, os perseguidos, são bem-aventurados [Mt 5.3-10]. Quando passamos por tudo isso, temos a promessa da alegria, por isso, Paulo pôde chamá-los para se alegrar com ele.

EU ENSINEI QUE:

A percepção que o apóstolo Paulo tinha da adversidade nos confronta hoje sobre a concepção que temos sobre o Reino de Deus e sobre o Evangelho.

3. A Suficiência de Cristo

Cristo é suficiente para satisfazer o ser humano em sua essência, pois Ele nos revela aquilo que é indispensável.

3.1. Viver com contentamento. Muitos almejam como ideal de vida riquezas materiais, reconhecimento social, posições de destaque, entre outros, no entanto, esperam que tais benefícios sejam dados por Deus sem nenhum esforço ou trabalho. A vida do apóstolo Paulo aponta para uma vida de entrega plena à vontade do Senhor na pregação do Evangelho. Ele afirma que soube viver no muito e no pouco [Fp 4.11]. Jesus, no Sermão do Monte, afirma que Deus vai prover nossa condição mínima de subsistência: “Não andeis cuidadosos quanto a vossa vida, pelo que haveis de comer (…), beber (…), ou de vestir (…). Mas buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” [Mt 6.25, 33].

Subsídio do Professor: O ser humano vive insaciavelmente à procura de algo para fazê-lo feliz. E, quando consegue aquilo que almejava, torna a colocar outra coisa como objeto de seu desejo. Não há limites para o ter e para a vaidade da vida. O próprio pregador afirma que o ser humano vive a correr atrás do vento (enquanto que na tradução da ARC traduz por “aflição de espírito”, a ARA traduz como “correr atrás do vento” – Eclesiastes 2.11). O ser humano só encontra contentamento em sua vida quando ele faz a vontade de Deus [Jo 4.34].

3.2. Ser fortalecido. Em Cristo, podemos passar pela dificuldade, ou pela vitória [Fp 4.13]. A palavra “fortalece“ vem do grego, endynamoo – segundo o Dicionário de Strong, revestir-se de força, receber força, ser fortalecido, crescer em força. Aqui o apóstolo utiliza o verbo no tempo presente, na voz ativa no modo particípio. Lourenço Stelio Rega afirma que a palavra nessa forma verbal dá uma ideia de continuidade. Portanto, nós não somos somente fortalecidos, mas passamos por um processo de contínuo fortalecimento no Senhor. Devemos, com isso, permanecer em Cristo e ser revestido pelo Seu poder.

Subsídio do Professor: É Jesus que nos fortalece diante das adversidades. Entretanto, deve haver uma ação recíproca de “estar” em Cristo e ser “fortalecido” nEle. Uma outra tradução para Filipenses 4.13 é “tudo posso naquele que sou fortalecido”, ou seja, somente consigo suportar todas as coisas (Paulo fala de estar abatido, passar fome, padecer necessidade e ter abundância – Fp 4.11-12), sendo fortalecido pelo Senhor. Ele também afirma em Efésios 6.10: “No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder”.

3.3. Comunhão e generosidade. A igreja de Filipos foi uma das comunidades que mais apoiaram financeiramente o ministério do apóstolo Paulo. Robert H. Gundry afirma que “a epístola aos filipenses é a mais pessoal, Paulo agradece ao respaldo financeiro enviado a ele por meio de Epafrodito [Fp 2.25]”. A igreja em Filipos era composta por irmãos que viviam o Evangelho em toda a sua essência. Não era uma igreja rica, como a comunidade em Corinto, mas participou economicamente da campanha do apóstolo. Era uma igreja que vivia a comunhão baseada na generosidade [Fp 4.18-19]. Em tempos onde o consumismo desenfreado, o egoísmo e a vaidade são incentivados pela sociedade e as mídias sociais, o Evangelho de Cristo mostra seus valores na partilha, na comunhão e na generosidade.

Subsídio do Professor: A comunhão vivida pela Igreja é a expressão da comunhão existente na Trindade divina, em que tudo que o Pai tem dá ao Filho, e tudo que o Filho tem, recebe do Pai. O nosso Deus nunca está sozinho, pois, ao ser Tri-Uno, vive em uma eterna comunhão de partilha e entrega. Assim como Deus é, Ele nos chama para participar e viver uma vida de comunhão e generosidade.

EU ENSINEI QUE:

Se vivermos uma vida em Cristo, nada nos faltará, pois Ele é suficiente.

CONCLUSÃO

Diante da realidade humana, as adversidades não passarão, os desejos e anseios não vão passar, mas todo aquele que estiver em Cristo Jesus será fortalecido e será saciado em seu interior, pois Ele é suficiente.

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SOBRE O AUTOR:
Josias Moura de Menezes

Possui formação em Teologia,  Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matemática. É especialista em Marketing Digital, Produção de Conteúdo Digital para Internet, Tecnologias de Aprendizagem a Distância, Inteligência Artificial e Jornalismo Digital, além de ser Mestre em Teologia. Dedica-se à ministração de cursos de capacitação profissional e treinamentos online em diversas áreas. Para mais informações sobre o autor veja: 🔗Currículo – Professor Josias Moura

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