Estudo para Encontro de homens, mulheres e jovens. Tema: Refletindo a luz de Cristo em um mundo em trevas

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Refletindo a luz de Cristo

em um mundo em trevas

Mateus 5.14-16

INTRODUÇÃO

A luz se impõe em qualquer lugar, pode ser vista a distância, orienta os navios e também aviões, em uma concisa definição técnica o termo luz significa: “radiação eletromagnética à qual a visão reage”, mas o seu sentido aqui é mais lato, amplo, por exemplo, ela é sinônima de esclarecimento ou orientação (veja Salmo 119.105), e segundo o texto em foco, a luz ilustra- entre outras coisas – a influência do Evangelho e o testemunho da Igreja no mundo.

PROPOSIÇÃO: A luz de Cristo dissipa toda treva e ilumina o caminho para o céu.

I-A IGREJA REFLETE A LUZ DE CRISTO.

Jesus compara os Seus discípulos ao sal e à luz, dois elementos muito necessários na vida das pessoas. Como sal verdadeiro temperamos os nossos relacionamentos com um caráter ilibado, semelhante ao de Cristo e como luz atraímos os perdidos para Deus, praticando os valores do cristianismo, como: a retidão, o amor fraterno, as boas obras etc. (veja João 13.35). Discernimos o sal pelo contato e a luz pela simples visão. Neste sentido, alguns precisam ver para crer (v. 16).

A Igreja não tem luz própria, mas o sangue de Jesus a toma tão alva a ponto de permitir que reflita a luminosidade que vem de Cristo (veja João 8.12). As Escrituras apresentam ou prefiguram Jesus Cristo como “…o sol da Justiça” (Ml 4.2), a resplandecente Estrela da Manhã (Apocalipse 22.16), a “…coluna de fogo” no deserto (Ex 13.21) nosso verdadeiro Guia e o centro de todo o Universo em torno do qual todos nós gravitamos (João 8.12; Tiago 1.17).

João declara que “Deus é luz, e não há nele treva nenhuma” (1 Jo 1.5), em outras palavras, Ele é absolutamente perfeito. Uma porção desse padrão de perfeição moral e ético também passa a fazer parte de nossa vida no exato momento em que nos convertemos a Cristo pela fé: “Enquanto tendes a luz, crede na luz, para que vos tomeis filhos da luz” (Jo 12.36). Neste caso, ter luz significa estar na direção certa, estar bem orientado, pois as trevas são sinônimo de pecado, ignorância da verdade e coisas semelhantes (veja João 12.46).

A comparação de Jesus é forte (“vós sois a luz do mundo”) e faz referência ao nosso exemplo de vida. Segundo Ele, esse excelente padrão de vida deve ser colocado à mostra (v. 15 “não debaixo do alqueire” – ‘módios’ – vaso ou cesto), pois a luz se opõe às trevas (pecado, vida desregrada). Dessa forma, nosso testemunho deve influenciar positivamente os descrentes a ponto de motivá-los a vir para Cristo. Esta é a maneira de “alumiarmos” o Caminho da Vida, para quem está perdido neste mundo tenebroso.

II-O BRILHO DE CRISTO NO CRENTE ATRAI OS PERDIDOS PARA DEUS.

Do mesmo modo que Moisés apresentava em seu rosto uma glória ou brilho inconsciente, a qual refulgia sobre todos, assim são os verdadeiros cristãos com seu irrepreensível testemunho de vida. Nossas ações falam ou aparecem mais que nossas palavras. Moisés conduzia o povo pelo deserto em direção à Terra Prometida porque a luz de Deus estava sobre ele, por isso ele sabia por onde ia e onde queria chegar (veja Êxodo 34.29).

Todo crente é uma espécie de referência moral e espiritual para os não-crentes, pois se acredita que um cristão verdadeiro não deve furtar, falar mal dos outros, consumir bebidas alcoólicas, fumar ou jogar dinheiro fora em jogos de azar (veja I Coríntios 6.9-11). Isto não deixa de ser verdade, pois somos seguidores ou “imitadores” de Cristo (ICo 11.1), e buscamos reproduzir tudo aquilo que combina com Ele do mesmo modo que rejeitamos tudo o que destoa com seu caráter.

O pecador sente-se atraído para nós em razão da diferença interior (caráter) e nunca da exterior (costumes: cabelo, roupas etc.). Pedro fala disso às mulheres cristãs que desejam ganhar seus maridos não convertidos, veja: “…seja ganho, sem palavra alguma, por meio do procedimento de sua esposa, ao observar o vosso honesto comportamento cheio de temor (…) espírito manso e tranqüilo” (lPe 3.1,2,4). Quando existe, essa diferença se destaca, brilha, chama a atenção!

III-A MISSÃO DA IGREJA EM UM MUNDO PERDIDO

A Igreja não é o caminho para o céu. mas a seta. Alguém já disse, o crente é como um mendigo que fala para outro mendigo onde tem pão (veja Lucas 11.5-8). Não somos a luz, mas testificamos da nossa experiência com a verdadeira Luz (João 1.8,9), que nos tirou do “…império das trevas e nos transportou para o reino do Pilho do seu amor” (Cl 1.13). Em Cristo, Deus se tornanosso “Pai das luzes” e “Pai espiritual” (Tg 1.17; Hb 12.9).

A missão da Igreja em relação ao mundo é basicamente duas: Primeiro, devemos ser “testemunhas” de Cristo (At 1.8), ou seja, testificar aos não-salvos que Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida (veja João 14.6). O testemunho também inclui nossa mudança de vida, veja um exemplo: “Vai para tua casa, para os teus. Anuncia-lhes tudo o que o Senhor te fez e como teve compaixão de ti” (Mc 5.19). Nosso dever é apresentar Cristo aos outros (2Coríntios 5.18), contar-lhes sobre como obter a vida eterna (Atos 4.12).

A segunda parte de nossa missão está contida na expressão: “…vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (v. 16). Está em vista obras de caridade ou misericórdia. Tem a ver com o nosso amor ao próximo, que deve ser convertido em atos de generosidade, compaixão e ou de serviço amoroso e desinteressado. As necessidades básicas de uma pessoa são: amor (visita: leito de dor ou cadeia), ensino, saúde, alimento, roupas etc. (veja Mateus 25.34-40). Seguimos o exemplo de Cristo (João 20.21; cf ainda lPedro 2.11,12) se buscarmos atender as carências dos nossos semelhantes.

CONCLUSÃO

Obtemos o brilho ou a luz de Cristo sobre nós por meio da experiência regeneradora que tivemos com Ele no dia de nossa conversão, e conservamos e intensificamos esse fulgor glorioso de Deus nos santificando, sendo controlado pelo Espírito Santo, estando bem juntinho de Jesus Cristo, como Moisés que estava junto de Deus no monte Horebe (veja Êxodo 34.29-35). Devemos ser uma coluna de metal polido para refletirmos a verdade e a retidão de Cristo diante de um mundo tão carente da luz de Deus.

Fonte: https://pastorjosiasmoura.com/

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SOBRE O AUTOR

Profº. Josias Moura

Full Stack • IA • Educação

É Pastor na cidade de João Pessoa, professor, graduado em Teologia, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Licenciatura em Matemática, com mestrado em Teologia. Atua estrategicamente como Desenvolvedor Full Stack especializado em IA, projetando e implementando soluções digitais completas — integrando camadas de front-end, back-end, bancos de dados, sistemas web, tecnologias educacionais, automações e inteligência artificial — para instituições de ensino, corporações e organizações de diversos segmentos.

Especialista em Marketing Digital, Produção de Conteúdo, Tecnologias EaD e Jornalismo Digital. Oferece mentorias, treinamentos e cursos online focados na aplicação prática de tecnologias de alto impacto na educação, na gestão de negócios e no desenvolvimento profissional.

Comentários

berta silva

Na graca de Deus
Presbitero gostaria que me esclarecesse mais sobre o livro de II de Reis e Romanos
Gloria a Deus
Berta
Enviado do Outlook
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muito bom esse texto.que Deus continue a iluminar seus pensamentos, pastor

berta silva

Presbitero Moura
Presbitero Jose Moura li seus estudos e como gostei gostaria de poder receber
no meu endereco eletronico que de momento vou escrever , delfinaaires14@hotmail.com
Obrigada
Atentamente
em concopia Delfina
________________________________

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